Criamos ilusões, e delas nos alimentamos, vivemos intensamente aquilo que desejamos e quando vemos queriamos ter o poder de poder mudar aquilo que é natural em cada um de nós. Tirando as nossas necessidades naturais, tais como dormir, acordar, nutrir-se, defecar, temos anseios indeterminados. Nos apaixonamos intensamente e quando vemos nosso cérebro lápida aquilo que queremos ver e isto desencadeia em atitudes que criam armadilhas, ou melhor cercas para prendermos as nossas vítimas e elas, por sua vez, acabam fingindo ser aquilo que desejamos, ou simplesmente seguem seu rumo sem deixar pistas.
Não é fácil ser vitimo dos nossos anseios, muito menos dos das outras pessoas. Isto acaba no momento em que nos damos conta de que tudo aquilo que ao longo do tempo nos iludimos, não passavam de bolas de sabão que estouram assim que entram em contato com outras realidades, o que acaba fazendo do tudo em simplesmente nada.
sábado, 5 de junho de 2010
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